História

Um pouco de nossa história

A convite do Bispo D. Cândido Penso, os primeiros Frades Franciscanos chegaram na Colônia Agrícola Nacional de Goiás (CANG) para assumir o trabalho pastoral da região, evangelizando assim o povo que aqui vivia. Nessa mesma época, iniciaram também o trabalho no campo educacional.Em 15 de novembro de 1947, D. Cândido Maria Penso, OP, criou a Paróquia Imaculada Conceição

Os frades, desenvolveram vários trabalhos pastorais na região, não atendendo apenas a CANG, mas a outras localidades distantes. Havia na Paróquia vários grupos e Congregações, tais como: Filhas de Maria, Congregação Mariana, Apostolado da Oração, Liga Católica, Vicentinos, Ordem Franciscana Secular e outras. Esses grupos tinham como tarefa animar a vida religiosa, cultural e social da Paróquia.Constatou-se que nessa mesma época, a maior parte da população concentrava-se na zona rural, e para facilitar a vida religiosa dos agricultores os frades construíram capelas em diversas localidades: Córrego do Alegrete, Córrego do Sapé, Poção e Capelinha de São João às margens da rodovia que liga a Colônia (hoje Ceres) a Carmo do Rio Verde.

Em 1948, nasce a Escola Paroquial Imaculada Conceição - Curso-Primário, com aproximadamente 150 alunos. No ano de 1950, chegaram para ajudar nos trabalhos pastorais e educacionais as Irmãs Franciscanas de Allegany. Em 1952, atendendo aos apelos da sociedade começa a funcionar o Ginásio Imaculada Conceição, hoje Colégio Imaculada Conceição, concretizando-se dessa forma, o sonho dos frades e da comunidade. Evidencia-se que foram as Irmãs Franciscanas as fundadoras do Ginásio Imaculada Conceição.1954, a Colônia é elevada a município passando, a se chamar CERES. 

Os frades construíram as capelas São José, São Francisco e São Sebastião. No período de 1962 a 1972, aconteceram vários fatos importantes na história da nossa Paróquia, dentre eles, a reformulação da Liturgia e da Ação Pastoral feita graças ao Concílio Vaticano II, convocado pelo Papa João XXIII e concluído pelo Papa Paulo VI; morte do Bispo diocesano e nomeação de D. Tomás Balduino; convocação de padres e lideres de comunidades para uma Assembléia Diocesana, realizada em Ceres. 

1972 construção da nova Igreja Matriz. Ordenação do Frei Donário (filho de Ceres) presidida por D. Antonio Ribeiro, Arcebispo Emérito Metropolitano. No ano de 1974 é inaugurada a nova Igreja Matriz de Ceres, cuja arquitetura é inédita no país e todos os detalhes têm uma fundamentação bíblico-teológica. Neste mesmo ano os Frades deixaram a Paróquia Imaculada Conceição, assim, D. Tomás convidou para trabalhar em Ceres os missionários irlandeses da Congregação Oblatos de Maria Imaculada, que chegaram na Paróquia no mesmo ano. 

Com os Oblatos muitas mudanças vieram dentre elas: a formação bíblica, catequética e doutrinal que incentivaram a formação político-social.Na atualidade a Paróquia é constituída por 14 comunidades, 7 pastorais, além de diversos grupos de evangelização que se reúnem durante a semana nas casas. Ainda existem na Paróquia alguns grupos que foram criados na época dos Frades: os Vicentinos, Ordem Franciscana Secular e Apostolado da Oração. Hoje, a Paróquia Imaculada Conceição têm procurado investir na Pastoral da Comunicação, através do: programa radiofônico de segunda a sexta-feira na emissora local, jornal bimestral e este Site. Tudo isto mostra um pouco da História da Paróquia Imaculada Conceição.

Normas Diocesanas Relacionadas às Comunidades Eclesiais de Base

As CEB's (Comunidades Eclesiais de Base) são o melhor lugar para viver e anunciar o Evangelho, assumindo os valores evangélicos na cultura e na fé do povo. Nas comunidades, as pessoas se encontram na alegria e na fraternidade para orar e meditar a Palavra de Deus e para celebrar o Mistério Pascal manifestado na vida e nas lutas do povo. Rompendo pela prática a antiga estrutura paroquial, possibilitando o surgimento de novos ministérios, as CEB's (Comunidades Eclesiais de Base) ajudam a recuperar a vocação missionária da Igreja. A Igreja torna-se presente, preferencialmente, no campo e na periferia das cidades, através de verdadeiras Comunidades Eclesiais de Base. Por isso, é necessário retomar e reforçar o trabalho de organização de comunidades cristãs de agente do campo e das periferias, que vivam e cresçam como Igreja, tendo seus próprios animadores e serviços.

Por isso pretendemos:
a) Suscitar, em cada comunidade, uma equipe de animadores(as) que trabalhem juntos, que se preocupem em melhorar a sua própria formação. Viver e alimentar a fé nas expressões religiosas do nosso povo. Através das festas e das manifestações culturais da nossa região, descobrir e aprofundar os elementos evangélicos e comunitários.
b) Valorizar, nas celebrações, os acontecimentos da comunidade para o seu maior fortalecimento.
c) Organizar, nas comunidades, suas próprias ferramentas e serviços desempenhados por leigos: preparação e celebração do Batismo, preparação e celebração do casamento, catequese, grupos de jovens, escolas bíblicas, equipes de festeiros, etc,
d) Criar ministérios leigos, com tempo determinado, tornando a comunidade de base mais autônoma.
e) Despertar, na comunidade, o espírito de partilha de modo que ela se organize no aspecto econômico, incentivando o dízimo como forma de sustentação e de participação na comunidade.
f) Provocar e incentivar, partindo de experiências já existentes, experiências de associações e cooperativas que ajudem na economia das famílias e o trabalho de mutirão.
g) Promover sempre mais momentos de oração, especialmente nas formas populares.
h) Ajudar, apoiar, incentivar as CEB’s (Comunidades Eclesiais de Base) a participarem nas lutas e organizações populares.
i) Favorecer o surgimento e organização de grupos autônomos de luta e resistência ligadas à raça negra.
j) Usar uma linguagem adequada à realidade de cada comunidade.
k) Criar oportunidade para esclarecer o povo sobre o que são as CEB’s, sua importância e como delas participar.
l) Desenvolver uma metodologia de inculturação que favoreça o reconhecimento dos valores populares e a intercomunicação com o povo.
m) Dar, nas CEB’s, uma especial atenção à realidade e aos anseios dos jovens, favorecendo a formação de grupos de jovens ligados à Pastoral da Juventude.
n) Eleger os animadores (as) de CEB’s por 02 (dois) anos, aprofundando a prática de democracia e renovando o quadro de lideranças.
o) Eleger coordenadores (as) paroquial e regional e uma equipe diocesana para acompanhar e assessorar as CEB’s.

Comunidades Eclesiais da Paróquia

São José 
Missa 1º Sábado do mês, às 19h30 Celebração da Palavra todo sábado, às 19h30

São Francisco
Missa 2º Sábado do mês, às 19h30 Celebração da Palavra todo sábado, às 19h30

Zumbi dos Palmares
Missa 3º Sábado do mês, às 19h30 Celebração da Palavra todo sábado, às 19h30

Nossa Senhora Aparecida
Missa 4º Sábado do mês, às 19h30 Celebração da Palavra todo sábado, às 19h30

Sagrado Coração de Jesus
Missa 2º e 4º Domingo do mês, às 19h30 Celebração da Palavra todo domingo, às 19h30

São Tomás de Aquino
Missa 3º domingo do mês, às 8horas Celebração da Palavra todo domingo, às 8horas

São Sebastião
Missa 2º terça-feira do mês, às 19h30

Nossa Senhora da Guia
Missa 3º quarta-feira do mês, às 19h30

Santa Lúzia
Missa ultima quinta-feira do mês, às 19h30

Comunidade Palmital
Missa 1º quinta-feira do mês, às 19h30

Comunidade Sapé
Missa 2º terça-feira do mês, às 19h30

Comunidade Alegrete
Missa 3º quinta-feira do mês, às 19h30

LOCALIZAÇÃO

Rua Alfredo de Pádua, Setor Central
Ceres, Goiás

FALE CONOSCO

(62) 3323-1615

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